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sexta-feira, 6 de julho de 2012

O que somos diante de Deus

O cristão não é uma ilha, já escreveu o grande  monge Trapista, Tomas Merton. Nós somos todos unidos e não podemos ficar separados uns dos outros. Mas o centro da nossa união não é a politica nem a economia e nem tampouco as coisas da terra, mas Deus. Somente Ele deve ser o centro e nós somos como os raios da sua luz na medida em que nos aproximamos. juntos, de Deus, e formamos um só corpo, uma só unidade e nos sentimos felizes.
Todo ser humano, independentemente do lugar, da cor, do sexo,  do extrato social é amado intensamente por Deus. Deus não faz distinção de pessoas. Não há pobres e ricos, nem inteligentes e burros, nem perfeitos e imperfeitos.
Somos imagens do Deus vivo e nele nos encontramos em nossa história. Em cada ser humano vemos resplandecer a imagem invisível de Deus que se faz visível no irmão. Todos somos chamados à salvação eterna e todos temos o único salvador, que é Cristo Jesus   (FREI PATRÍCIO SCIADINI)

sábado, 24 de dezembro de 2011

Menino Jesus

Nossa Senhora, com o menino Jesus em seus braços, resolveu descer a terra e visitar um mosteiro. Orgulhosos, todos os padres fizeram uma grande fila, e cada um chegava diante da Virgem para prestar sua homenagem. Um declamou poemas, outro mostrou suas iluminuras para a bíblia, um terceiro disse o nome de todos os Santos. E assim pordiante, monge após monge, homenageou Nossa Senhora e o Menino Jesus.
No último lugar da fila, havia um padre, o mais hmilde do convento, que nunca havia aprendido os sábios textos da época. Seus pais eram pessoas simples, que trbalhavam num velho circo das redondezas e tudo que lhe haviam ensinado era atirar bolas para cima e fazer malabarismos.
Quando chegou a sua vez, os outros quiseram encerrar as homenagens, porque o antigo malabarista não tinha nada de importante para dizer e podia desmoralizar a imagem do mosteiro. Entretanto, no fundo do seu coração, também ele sentia uma imensa necessidade de dar alguma coisa de si para Jesus e Maria.
Envergonhado, sentindo o olhar reporvador de seus irmão, ele tirou algumas laranjas do bolso e começou a joga-las para cima, fazendo malabarismo, que era a única coisa que sabia fazer.
Foi nesse instante que o Menino Jesus sorriu, e começou a bater palmas no colo de Nossa Senhora. E foi para ele que a Virgem estendeu os braços, deixando que segurarre um pouco o menino.
Não importa o que somos ou que temos, se é grande ou pequeno para Deus nós somos importante e tudo o que temos e que somos podemos dar para ele e ao nosso próximo. Feliz Natal e Próspero  Ano Novo.
                                                 




quinta-feira, 24 de novembro de 2011

CRISTO

Estava sempre a falar com o povo, com os doentes, com os pecadores, e a  todos oferecia a misericórdia do Pai. Aos oprimidos devolvia-lhes a dignidade de vida.
Manifestava sem cessar a Aliança eterna do Amor do Pai que se aproximou de nós por meio dele.
 Viver nossa vocação cristã é maniferstar ao mundo essa misericórdia divina por meio de nossas atitudes, gestos e palavras. Nossa vocação é seguir o Cristo no seu modo de ser, de agir e de viver.
Ele continua, por amor, a nos chamar para o seu Reino. Respondamos, pois, com ardor missionário.









quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Como quero ser Tratado?

Um senhor de idade foi morar com seu Filho, nora e netinho de quatro anos de idade. A familia comia reunida  à mesa, e como o velhinho era de idade avançada tinha as mão trêmulas, visão embassada e passos vacilantes, ervillhas rolavam da colher e caiam no chão, quando pegava o leite era derramado na toalha da mesa. O  Filho e a nora  irritavam-se com a bagunça. - "Precisamos tomar uma providência com respeito ao papai disse o Filho". - "Já tivemos leite suficiente derramado, barulho de gente comendo com a boca aberta e comida pelo chão." Então, eles decidiram colocar uma pequena mesa no cantinho da cozinha. Ali, o avô comia sozinho, enquanto a familia comia a mesa com satisfação. E desde que o velhinho quebrava um ou dois pratos, sua comida passara a ser servida em uma tigela de madeira.
Quando a familia olhava para o avô sentado ali sozinho, as vezes ele tinha lágrimas nos olhos. Mesmo assim, as únicas palavras que lhe eram dirigidas era de admoestações ásperas por ele ter quebrado algum prato ou deixar cair algum talher.
O menino de quatro anos assistia tudo em silêncio. Numa noite, antes do jantar, o Filho percebeu que o pequeno estava no chão manuseando pedaços de madeira. Ele perguntou delicadamente ao filho.-" O que você está fazendo?" O menino respondeu docemente. " Ah! estou fazendo uma tigela para você e mamãe comerem quando eu crescer, e quando terminou ele sorriu e sentou-se. Aquelas palavras tiveram um impacto tão grande nos pais, que ficaram mudos e lágrimas começaram a escorrer de seus olhos.
Ninguem embora tivesse falado nada, ambos sabiam o que precisava ser feito. Naquela noite o Pai tomou o avô pelas mãos e gentilmente o conduziu à mesa junto com a familia. Dali em diante até o final dos seus dias o senhor fez todas as refeições com a familia e o por alguma razão, o marido e a esposa já não se importavam mais quando o garfo caia o o leite era derramado.

Penso eu que historias assim devem ser  passadas adiante, para que todos nós possamos refletir, sobre a maneira de como estamos tratando os nossos idosos, sejam  eles de nossas familias ou de outras e que aprendamos a respeitar essas pessoas que têm muitos nos ensinar.

domingo, 18 de setembro de 2011

Valores do Corpo e do Espírito

Viver no mundo é estar em contato permanente com o desejo de ter coisas, pessoas, riquezas.

Nos shoppings e meios de comunicação, o apelo é sempre para comprarmos mais, consumirmos mais, acumularmos mais.
O que fazer, já que somos treinados desde pequenos para desejar conforto, prazeres, bens?
Como escapar a esse verdadeiro fascínio que as coisas materiais exercem sobre nós e nos tornam escravos do trabalho e do dinheiro?
Havia um homem muito rico, um milionário cujas terras pareciam não ter fim. Certa noite, ele olhava para a extensão de suas propriedades e alegrava-se profundamente.
Via os imensos campos, os trigais maduros, os celeiros cheios, as moedas que enchiam os cofres.
Ele pensava: "Tenho tanta coisa que já nem cabe nos depósitos. Amanhã mandarei derrubar estes celeiros e construirei outros maiores."
E o homem dizia para si mesmo: "Alegra-te, minha alma, pois tens riquezas para muitos anos. Descansa, come, bebe, diverte-te."
O que esse homem não sabia é que naquela mesma noite morreria. Suas terras, riquezas e todos os seus bens materiais ficariam para trás.
A história desse homem rico é adaptação de uma parábola contada por Jesus.
Era uma ocasião em que o Mestre queria ensinar que não devemos nos fixar excessivamente nas coisas materiais, pois elas são temporais, passageiras.
Ensinava Jesus que os verdadeiros valores são os do espírito. Esses continuam conosco: seguem com a nossa alma quando a morte chega. Por isso eles devem ser a nossa principal fonte de atenção.
O mundo exerce um enorme fascínio sobre as pessoas. Ao nascermos, esquecemos nossa verdadeira origem: a natureza espiritual. E mergulhamos em um ambiente onde quem é mais esperto e competitivo leva a melhor.
Para piorar, somos julgados pelo modo de vestir, pelo lugar em que moramos, pelo tamanho da conta bancária.
Muitas vezes desejamos escapar dessa lógica perversa, mas como fazer isso?
Alguns mais radicais acreditam que a solução é fugir do mundo, escapar das regras sociais, viver como ermitão, longe de tudo e de todos.
É uma opção extrema, mas não é a solução.
A vida em sociedade lapida os nossos relacionamentos. Isolar-se é fugir. No relacionamento com as pessoas é que podemos ver quem realmente somos.
Viver em isolamento é uma artificialidade. Coragem real é expor-se às situações e tornar-se vencedor.
Por isso, para escapar da atração das coisas materiais a solução é o equilíbrio. Trabalhar sim, mas sem se tornar escravo.
Acumular o suficiente para o sustento do corpo, mas sem ceder à ganância. Desejar as coisas boas, mas sem exageros.
Uma frase resume tudo isso: viver no mundo e não para o mundo.
E a fórmula para manter os pés no chão é bem simples: basta lembrar que um dia deixaremos roupas, jóias, imóveis, dinheiro. Tudo ficará aqui na Terra.
E, ao morrermos, a pergunta então será: o que levamos com a nossa alma? Que exemplos deixaremos? Que boas lembranças nossos amigos e parentes terão de nós? Acredite: isto, sim, é essencial.





domingo, 14 de agosto de 2011

Verdadeira Liderança

Você se considera uma pessoa que tem certa liderança sobre os outros ou prefere ser liderada?

Caso seja um líder, que tipo de liderança você exerce?
E se for liderado, que tipos de líderes você conhece?
A bem da verdade, não podemos afirmar que estamos somente na posição de líderes ou liderados, mas sim que mudamos de uma posição a outra com freqüência.
Algumas pessoas dizem que o verdadeiro líder já nasce feito, e que não adianta investir naqueles que não nasceram com tal atributo.
No entanto, ser um bom líder significa também ser alguém que sabe ser liderado.
Robert Wong, diretor geral de uma das maiores empresas de recrutamento de executivos do mundo, classifica os líderes em quatro grupos:
1. Os que mandam e querem ser obedecidos: são os líderes medíocres.
2. Os que explicam e tornam a explicar quantas vezes sejam necessárias até que o seu comandado entenda: são os bons líderes.
3. Aqueles que demonstram pelos próprios atos o que desejam que seus subordinados façam: são os grandes líderes.
4. Os que, pela sua autoridade intelecto-moral, inspiram os seus liderados: esses são os líderes supremos.
Em qualquer posição que você esteja, lembre-se de que o que importa não é mandar e ser obedecido ou temido, mas ser, acima de tudo, querido e respeitado.
Uma das características do verdadeiro líder, é a autoridade. Não o autoritarismo ou despotismo, que deseja ver suas ordens cumpridas sem questionamentos, mas a autoridade moral, daquele que diz façam porque é possível. Façam porque eu já fiz e sei que pode ser feito.
O falso líder grita antes que alguém questione a sua liderança. Por falta de argumentos ele bate na mesa e se impõe pela força, espalhando temor e ódio entre seus subordinados.
O verdadeiro líder sabe que é e não precisa impor isso a ninguém. Por essa razão ele é calmo, seguro e confiante. Quando chega, sua presença acalma e asserena os ânimos. Seus liderados têm-no como alguém que lhes inspira segurança.

Jesus foi e continua sendo o exemplo máximo de liderança de que a Terra já teve notícias.
Ele exerceu e exerce até hoje, um tipo de liderança que reúne o bom líder, o grande líder e o líder supremo.
Explicava aos Seus discípulos os ensinamentos de que era portador, como um bom professor que deseja que seus educandos cresçam e se tornem educadores também.
Demonstrava, pelos próprios atos, o que Seus seguidores precisavam fazer para chegar onde Ele chegou.
Inspirava àqueles que, resolutos, tomavam da sua cruz para segui-Lo e prossegue inspirando a todos que hoje desejam seguir Seus passos luminosos.

sábado, 25 de junho de 2011

Deus cuida de nós


As nossas forças são insuficientes para suportar e carregar o fardo pesado de nossas tribulações.
Muitas vezes não resistimos e caímos. Olhamos para os lados e para trás.
Não vemos ninguém que se interesse em nos ajudar.
Entretanto, se erguermos os olhos, veremos que existe alguém que se compadece de nós: O Senhor Jesus.
Ele conheceu de perto o sofrimento e suportou o peso de uma cruz que merecíamos pelos nossos pecados.
Ele conhece o ponto exato em que as nossas forças vão acabar e Se oferece para nos ajudar,
pedindo que lancemos a nossa carga aos Seus pés, e Ele nos susterá com a destra de Seu poder.
Infelizmente, muitos suplicam a sua ajuda, mas não a conseguem porque continuam agarrados às suas
preocupações e mergulhados em sua aflição ao invés de lançá-la sobre o Senhor Jesus.

terça-feira, 17 de maio de 2011

O cultivo da gratidão


A ingratidão é o fruto amargo da árvore do egoísmo. O homem, porque possui a faculdade de pensar, atribui-se direitos que está longe de merecer, embora por vezes os tenha.

Como consequência, tudo aquilo que recebe da vida lhe parece insignificante em relação ao que espera conquistar.

Facilmente se afasta do afago gentil, do coração generoso, da família, esquecido de ser grato.

Uma senhora americana, de nome Faith Bedford conta como sempre se esmerou para cultivar a gratidão no coração dos seus filhos.

Toda vez que eles recebiam um presente, via correio, ela insistia para que escrevessem, de próprio punho, uma frase de agradecimento à pessoa que o enviara.

Chegou a marcar, certo dia, com as crianças, o tempo que se leva para sair de casa, tomar o carro, chegar ao shopping e escolher um presente para alguém.

Depois, o tempo gasto para fazer o embrulho, endereçar e levar ao correio. Chegou ao tempo de duas horas e 34 minutos.

Ela mesma se recorda de seu tio Arthur. Embora não o conhecesse, todo Natal ele lhe mandava um presente. Era um cheque de 5 dólares, preenchido por uma sobrinha, pois que ele era cego.

Faith sempre escrevia, agradecendo e dizendo como gastara o dinheiro. Já crescida, foi estudar em Massachusetts e teve oportunidade de visitar tio Arthur.

Cego e idoso ele lhe falou de como gostava de receber os seus cartões de agradecimento.

Pediu para que ela apanhasse a caixa com o maço de cartas guardadas e foi falando das que mais lhe agradavam.

Faith encontrou, então, entre tantas, uma carta sua que leu em voz alta: Querido tio Arthur: estou debaixo do secador, no salão de beleza, escrevendo para o senhor.

Hoje à noite é o baile de fim de ano da escola e estou gastando seu presente de Natal fazendo o cabelo para a festa. Muito obrigada.

Sei que vou ter uma noite maravilhosa, em parte por causa da sua gentileza. Com carinho. Faith.

Hoje, ao narrar este fato aos seus filhos, Faith recorda que naquela noite, naquele baile, ela encontrou um belo jovem que lhe entregou um buquê.

Ele foi seu par naquela noite e continua a ser até hoje, depois de 36 anos de um casamento, em que geraram três filhos.

Sim, ela diz, devo ser muito grata ao tio Arthur. Foi mesmo um baile muito especial para minha vida.

* * *

A gratidão é sentimento que demonstra que a criatura passou do estágio de primitivismo espiritual para os patamares da razão.

Lembrar-se de agradecer sempre pelos benefícios recebidos dos amigos, irmãos, pais e mestres é sinal de bom senso moral.

Mas a verdadeira gratidão é aquela que não esquece, no tempo, os que serviram no anonimato, os que permitiram o nosso crescimento individual, os que contribuíram para nossa formação.

Mesmo que, em algum momento, por algum motivo, eles tenham buscado outros caminhos, distantes e diversos dos nossos.

Onde estejam, não esqueçamos de lhes traduzir gratidão por tudo que representaram em nossas vidas.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

amor verdadeiro


Um amor puro, fiel, único, verdadeiro, incomparável, eterno... Esse é o amor de Deus por nós.
Muitos de nós temos o hábito de falar “Te amo” em qualquer relacionamento no qual estamos envolvidos.
Porém, nem sempre esse amor é real.
Existe o gostar e existe o amar; são duas formas diferentes de sentir algo por alguém. Falar que “ama” é algo forte.
Além disso, também existem diferentes formas de amor.
Amor de mãe, amor de filho, amor de amigo e amor de namorados ( o mais usado entre os jovens ).
Você conhece alguém há cerca de um ano e já diz que ama loucamente essa pessoa.
É possível? Sim. É provável? Não.
Paixão não é amor ( eros ). Amor é algo que supera qualquer expectativa.
E como está escrito, “o amor tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.
Já os apaixonados são muitas vezes egoístas.
Parece estranho dizer que quem gosta do outro é egoísta, mas são.
Buscam simplesmente seu bem-estar no outro.
Porém, existe um amor que nos une e é maior que qualquer outro sentimento.
O amor do Senhor por nós. Esse chamado de amor “Ágape”.
                                                                         (Padre Marcelo Rossi)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Reforma Íntima

Você já ouviu falar em reforma íntima? Quase sempre, o termo desperta nas pessoas a idéia de que tudo em si está errado e necessita ser reformulado, que é portador somente de coisas negativas, ruins, que devem ser modificadas. 
 
O termo reforma quer dizer retificação, mudança. Mas, também, melhoria, aprimoramento, dar melhor forma a alguma coisa. 
 
Quando dizemos que vamos fazer uma reforma em nossa casa, isto não significa que ela esteja ruim. Pode simplesmente querer dizer que desejamos melhorá-la, ampliá-la, torná-la mais confortável. 
 
Assim, a reforma pode compreender uma nova pintura externa, porque a atual está começando a descascar ou se encontra desbotada, pelo longo tempo de exposição às intempéries. 
 
Durante uma inspeção para reforma, poderemos descobrir que precisamos substituir o assoalho de um cômodo, uma parede, um pedaço do teto. Talvez substituir algumas telhas quebradas ou consertar as calhas. 
 
Com certeza, haveremos de encontrar na casa que nos dispomos a reformar, um cômodo quase ideal, que, ao menos no momento, não precisa nenhum retoque. 
 
É um lugar aconchegante, com boa iluminação, móveis bem colocados, pintura excelente. Enfim, ali tudo está bem e não necessitará ser tocado, por enquanto. 
 
Pois assim também é quando se fala em reforma íntima. Analisando as nossas disposições individuais, a nossa forma de ser, de pensar e de agir, vamos descobrir que temos defeitos, sim. Entretanto, também temos virtudes. 
 
Os defeitos são aqueles dos quais devemos nos libertar. Naturalmente, a pouco e pouco. 
 
Exatamente como a reforma de qualquer casa, quer seja por condições financeiras, quer seja por condições técnicas, não se faz de um dia para o outro. 
 
Tempo, esforço, atenção é do que precisamos para nos liberar de pequenos e grandes defeitos. 
 
É o ciúme que teima em aparecer, a impaciência que nos faz explodir por quase nada, o egoísmo falando mais alto. 
 
Como toda reforma tem a ver com uma certa desarrumação, sujeira de caliça, madeira e pó, quando iniciamos a reforma íntima, por vezes vamos nos sentir como se tudo estivesse muito mal. 
 
Parecer-nos-á que só temos defeitos e não os iremos superar nunca. 
 
Devemos ter paciência conosco! A natureza não dá saltos. Vícios de muitos anos precisam de tempo para ser modificados. 
 
Um dia, quando a reforma estiver completa, tudo estará arrumado, bem disposto, no lugar correto. 
 
E, é claro, nossa alma estará enfeitada com flores viçosas nos vasos delicados das virtudes conquistadas. 
 
*** 
 
Jesus, o Mestre, no intuito de incentivar as criaturas à própria melhoria, ensinou que quem estivesse no telhado, não descesse para o interior da casa; quem estivesse no campo, não retornasse para a cidade. 
 
O convite é para que, vencidas as etapas, as pequenas deficiências, abolidos alguns erros, não voltemos a cometê-los outra vez.



Que neste ano que se finda, possamos fazer uma reforma em nossa vida,  em nossa maneira de pensar que o ano que se inicia possa ser realmente um novo ano.
Feliz Ano Novo  pra todos.
 

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A pedra no caminho

Conta-se que um rei que viveu num país além-mar, há muito tempo atras, era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo. 
Freqüentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso. 
Nada de bom pode vir a uma nação - dizia ele - cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria. 
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia. 
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que levava para a moagem na usina. 
Quem já viu tamanho descuido? Disse ele contrariado, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra. 

Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada? 
E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra. 
Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada. A longa pluma de seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia da sua cintura. 
Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento. 
Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado aquela pedra imensa na estrada. 
Então, ele também se afastou sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra. 
E assim correu o dia... 
Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra no meio da estrada, mas ninguém a tocava. 
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho, mas disse a si mesma: 
Já está escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho. E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar. 
Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: "esta caixa pertence a quem retirar a pedra". 
Ela a abriu e descobriu que estava cheia de ouro. 
O rei então apareceu e disse com carinho: 
Minha filha, com freqüência encontramos obstáculos e fardos no caminho.
Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles, se assim preferimos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. 
A decepção, normalmente, é o preço da preguiça. 
Então, o sábio rei montou em seu cavalo e, com um delicado boa noite, retirou-se. 
 
*** 
Não há dor sem causa nem lágrimas sem procedência justa. Nossos obstáculos de agora foram tecidos por nós mesmos. Tenhamos, pois, a coragem de eliminá-los a golpes de esforço próprio baseados na caridade, que é luz acesa em nosso roteiro de ascensão para Deus.
 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Deus e você


Só Deus pode criar
Mas você pode valorizar o que Ele criou
Só Deus pode dar a fé
Mas você pode dar o seu testemunho
Só Deus pode dar o amor
Mas você pode ensinar amar
Só Deus pode dar a alegria
Mas você pode sorrir a todos
Só Deus pode dar a força
Mas você pode apoiar a quem desanimou
Só Deus é a luz
Mas você pode fazê-la brilhar aos olhos dos seus irmãos.
Só Deus é o caminho
Mas você pode indicá-lo aos outros
Só Deus é a vida
Mas você pode restituir aos outros o desejo de viver
Só Deus pode fazer milagres
Mas você pode ser aquele que trouxe os cinco pães e os dois peixes
Só Deus pode fazer o que parece impossível...
Mas você pode fazer o possível
Só Deus se basta a si mesmo, Mas Ele preferiu contar com você.
DEUS te abençoe....

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O Sorriso


Um sorriso tem a força de muitos remédios,
quando o recebemos no leito de um hospital,
quando estamos solitários na doença.
Um sorriso tem o poder de reabilitar as forças,
quando estamos desistindo de alguma coisa,
quando a nossa vontade é vencida pelo desânimo.
Um sorriso tem o dom de acalmar;
a criança que chora, mesmo com fome,
o idoso que se lamenta, mesmo diante da dor,
o homem angustiado, mesmo diante da humilhação,
a mulher desenganada, mesmo diante da cirurgia,
ao animal ferido, mesmo abandonado,
ao cristão abatido, mesmo sem fé,
ao servo humilde, mesmo diante das injustiças.
O sorriso é a porta aberta da felicidade interior,
é dádiva que ilumina não apenas o rosto, mas toda a alma,
é um bem sem preço, que estimula o que recebe,
alimenta quem o dá, e toca sinos lá longe, lá no alto,
direto e sem mistérios, o sorriso é como luz,
é mensageiro divino de uma força amiga,
de um amigo que tudo vê, o amigo Jesus.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

"O cachorinho doente"

Numa loja de mascotes, um letreiro no dia de Natal dizia: "Cachorrinhos à venda".
Uma cachorra havia parido cinco cachorrinhos, os quais foram postos à venda na loja.
Rapidamente, um menino de olhos grandes e olhar curioso, chamado André, entrou na loja perguntando:
-Qual é o preço dos cachorrinhos?
-Entre trinta e cinquenta reais, respondeu o dono, abrindo as mãos.
O menino colocou a mão em seu bolso, retirou umas moedas e disse ao dono:
-Neste Natal, meu papai me deu R$ 12,45. Não é o suficiente para comprar um, mas posso vê-los?
O homem sorriu. Abriu uma porta e, dos fundos da loja, saiu a cachorra, seguida por cinco cachorrinhos. O último caminhava com dificuldade, separando-se daquele belo desfile.
André imediatamente apontou para o cachorrinho retardatário que mancava:
-Que acontece com esse cachorrinho?
-Quando nasceu, o veterinário me disse que tinha o quadril defeituoso e que mancaria pelo resto da vida.
O menino sensibilizou-se e disse:
-Então esse é o cachorrinho que quero.
O homem, emocionado, lhe replicou:
-Olha, se tu realmente queres esse filhote, eu te presenteio.
O menino moveu a cabeça negativamente, segurou a mão e, olhando diretamente nos olhos do homem disse:
-Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos, e eu lhe pagarei o preço completo.
-Está bem, reconheceu o dono da loja. Este vale tanto quanto os outros cachorrinhos.
-Vou dar meus R$ 12,45 e três reais cada semana, até pagar tudo.
O homem advertiu André:
- Porém ele nunca será capaz de correr, saltar e jogar como os outros cachorrinhos... porque então não compras um dos que não tem problema?
André se agachou e levantou sua calça para mostrar a perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, sustentada por um aparelho de metal. Olhou de novo para o homem e lhe disse, com os olhos cheios de lágrimas:
-eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho precisa de alguém que o entenda.
O homem mordeu o lábio inferior. Seus olhos se encheram de lágrimas, sorriu e entregou o cachorrinho enfermo com estas palavras:
-Só espero que cada um destes outros cachorrinhos tenha um dono como tu.

Esta historia reflete muito bem o que Jesus Cristo fez por nós, quando se fez semelhante a nós e o o que ele espera que cada um faça quando disse "Ame ao teu próximo como a ti mesmo."

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Três desejos de Alexandre


Por isso ele era chamado de 'O GRANDE'
Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:
1, Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2, Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3, Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões
desses pedidos e ele explicou:
1, Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura
perante a morte;
2, Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui
conquistados,
aqui permanecem;
3, Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos
vazias partimos.
Pense nisso..
PERANTE A VIDA PODEMOS SER DIFERENTES ENTRE NÓS, MAS PERANTE A MORTE
SOMOS TODOS IGUAIS...
ALEXANDRE O GRANDE percebeu no fim de sua vida que o mais importante na vida é o verdadeiro amor .
E para você, o que é o mais importante?
                                                                           (Padre Marcelo Rossi)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Você sabe usar os seus cinco sentidos para Deus?

Antes de começar o seu dia, você olhou para o céu? Parou para ouvir o canto dos pássaros? Sentiu o perfume das flores? E por fim usou a sua boca para agradecer a Deus tudo o que ele te dar todos os dias.
Se você faz tudo isto parabéns! Mas se não, comece a fazê-lo, pois quando usamos os nossos sentidos primeiramente para Deus, com certeza, saberemos usa-los para com quem está à nossa volta.
Aqui vai algumas dicas de como usar bem os seus sentidos durante o dia:
- Olhe com carinho para quem esta ao seu lado;
- Sinta o amor de Deus nele;
- Escute alguém que precisa de vez em quando;
- Abrace e diga "Eu te amo" sempre que puder e sentir vontade.
                                                                                                           Abraços.....

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Crer e confiar

Certo Alpinista, com obsessão por conquistar uma alta montanha, iniciou sua solitária ascensão após anos de preparação. Começou a escalar enquanto entardecia. Em vez de acampar, decidiu continuar em frente.
Escureceu. A noite caiu sobre a neve da montanha. A lua e as estrelas estavam cobertas pela nuvens.
Já não se poderia ver absolutamente nada. Estava tudo negro, mas ele não se detinha.
Desafiando uma escarpa, escorregou no gelo, caindo lentamente, mas sem se deter, embora percutisse a neve com o piolet(bastão). O alpinista só conseguia ver manchas escuras, além da terrível sensação de ser sugado pela gravidade. Quando já estava caindo no precipício, sentiu o fortíssimo puxão da longa corda que o amarrava pela cintura. Nesse momento de quietude, balançado-se e suspenso no ar, sem ver o fundo do abismo, desafiou o Senhor e gritou com toda a sua fé:

- Se me amas, ajuda-me, meu Deus!
Uma voz grave e profunda, vinda do céu, respondeu-lhe:
- Se te amo, que queres que faça?
- Salva-me, meu Deus. Não vejo nada. Tu és minha única esperança.
- Crês, realmente, que eu te ame tanto que possa salvar-te?
- Certamente, Senhor. eu tenho fé em teu amor e em teu poder.

O alpinista supunha que iria aparecer uma mão poderosa para resgata-lo, ou que viria uma legião de anjos para transporta-lo a lugar seguro. Todavia, a mesma voz celestial ordenou-lhe o que emnos esperava:

- Então, se crês em meu amor por ti, corta a corda que te sustém.

Houve um momento de silêncio e de dúvida. Aquele homem, supondo que cairia no abismo, agarrou-se à corda com firmeza ainda maior...
No dia seguinte, a equipe de resgate encontrou um alpinista morto, congelado, com suas mãos presas fortemente à corda, apenas um metro do solo.

Muitas vezes nós cremos em Deus, mas não damos crédito a Deus. Acreditar em Deus implica soltar-nos da corda de nossas seguranças, para abandonar-mos a uma pessoa que nos ama..

sábado, 2 de outubro de 2010

A glória vem de Deus

Um homem muito bom e piedoso morreu. Ele acreditava levar tantos méritos em sua "caixa econômica", que imaginou ser recebido por coros angélicos, os quais iriam colocar uma grinalda sobre sua cabeça.
Não obstante, São Pedro abriu apenas a metade da porta e o advertiu no sentido de que necessitava 1000 pontos para poder entrar no céu. Aquele cristão começou a apresentar seus méritos para preencher a cota:
- "Sempre fui à Missa". 2 pontos, anotou São Pedro.
- "Ajudei os pobres". 3 pontos. Tens 5.
- "Lia a Bíblia". 1 ponto. São 6.
- "Pregava nos fins de semana". Mais 1 ponto: 7, somou São Pedro.
-"Fui bom marido e nunca fui infiel à minha esposa". 1 ponto, porque fizeste apenas o que devias fazer.

Após um silêncio de reflexão, acrescentou:

-"Pagava os impostos". 3 pontos, comentou admirado São Pedro, porque isso quase ninguém o faz. Já tens 11. Apenas 11.

Aquele homem começou a transpirar, pois não encontrava mais méritos e tinha apenas 11 pontos. Então, com um profundo suspiro, exclamou:

-"Creio que a esta altura, vou necessitar da misericórdia divina".
-"1000 pontos!, exclamou São Pedro e abriu-lhe a porta.

Então em pergunto o que esta história que nos ensinar?

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

O que as águas nos reflete...

O que as águas não refletem... na superficialidade não reside. 
 "Quando estava entre nós, Ele costumava contemplar-nos, e ao nosso mundo, com um olhar de admiração, pois os véus dos anos não velavam Seus olhos, e tudo o que via era claro à luz da juventude." 

 
Embora conhecesse o belo em toda sua profundidade, a paz e a majestade da beleza jamais deixaram de surpreende-Lo, e esteve diante do mundo como o primeiro homem estivera diante do primeiro dia. 
 
Nós, com os sentidos já embotados, ficamos à plena luz do dia, mas não vemos. 
 
Aguçamos os ouvidos, mas não ouvimos; e estendemos as mãos, mas não chegamos a tocar. 
 
Não vemos o lavrador em seu retorno do campo ao findar o dia; nem ouvimos a flauta do pastor que conduz seu rebanho para o curral; nem estendemos os braços para tocar o pôr-do-sol, e nossas narinas não mais anseiam pela rosas... 
 
Não, não veneramos um rei que não tenha um reino; nem ouvimos o som de uma harpa sem que haja uma mão a dedilhar-lhe as cordas; tampouco vemos uma pequena oliveira na criança a brincar em nosso olival. 
 
E é preciso que cada palavra surja dos lábios carnais de uma boca, senão julgamo-nos mudos e surdos. 
 
Na verdade, fitamos, mas não vemos; atentamos, mas não ouvimos; comemos e bebemos, mas não saboreamos. 
 
E é aí que reside a diferença entre nós e Jesus de Nazaré. 
 
Todos os Seus sentidos se renovavam continuamente, e o mundo para Ele era sempre novo. 
 
Para Ele, o balbucio de um bebê não era menor do que o clamor de toda a humanidade, enquanto para nós nada mais é do que um balbucio. 
 
O que as águas não refletem é que, para Ele, a raiz de uma roseira era um anseio por se aproximar de Deus, enquanto para nós não passa de uma raiz..." 
 
*** 
 
Quanto temos a aprender com este Exemplo Maior que temos em nossas vidas... 
 
Jesus não é um ídolo qualquer, um depósito de nossas frustrações e incertezas, como os ídolos fúteis deste mundo. 
 
Não, Ele é um Guia seguro para nossos passos, um Guia que precisa descer dos crucifixos que penduramos em nossas paredes brancas na aparência, e habitar nossos atos e nossos pensamentos diários. 
 
Como Ele faria se estivesse em nosso lugar? 
 
Como Jesus falaria com esta pessoa? Como Ele trataria este alguém que nos feriu profundamente? 
 
Como Ele reagiria a impropérios, a acusações improcedentes? 
 
Estudando Sua vida em profundidade, fazendo estas perguntas e seguindo Seus exemplos, estaremos modificando nossas vidas significativamente. 
 
Cumprir as obrigações religiosas simplesmente, não é suficiente. 
 
Não fazer o bem nem o mal, não é suficiente. 
 
Agir é necessário... 
 
Revolucionar o coração é necessário... 
 
Erradicar costumes viciosos é urgente... 
 
O que as águas não refletem, na superficialidade não reside: é necessário repensar a vida, e ir fundo nas mudanças que sejam necessárias...
                                                                     (Momentos de Reflexão)

sábado, 11 de setembro de 2010

À Distância


Amados já repararam, que na grande maioria das vezes as distâncias que nos separam verdadeiramente das outras pessoas, são "materialmente" imperceptíveis porque são quase sempre nossos pensamentos e sentimentos que fazem este papel
Que estamos "realmente" separados e distantes muitas vezes daqueles que convivem conosco?
E muito mais "próximos" e "unidos" com aqueles que estão à distância?
Então reflitamos: O que nos separa e distancia verdadeiramente das pessoas?
Nos distanciamos daqueles que nos dirigem palavras, para nós, ofensivas.
Nos distanciamos daqueles que nos incomodam.
Nos distanciamos daqueles que nos ferem.
Então, pergunto-vos: foi a outra pessoa que nos ofendeu ou nossos ouvidos interpretaram ofensivas suas palavras?
Por que algumas pessoas nos incomodam?
Não será porque nos fazem ver nossos defeitos refletidos nas suas atitudes?
Por que algumas pessoas nos ferem?
Não será porque nos deixamos ferir?
Creiam, sempre há os dois lados em todas as questões.
Será que a nossa "distância afetiva" dessas determinadas pessoas vai mudar, transformar alguma coisa?
E todos sabemos que a nossa "tarefa" nesta terra é transformar, mudar e crescer.
A distância concreta é fácil de diminuir, não é?
O pensamento, a memória, o telefone... são tantos os artifícios para driblá-la.
Porém, a distância do coração, das atitudes; essas são bem mais difíceis, porque requerem humildade.
Humildade para verdadeiramente ouvirmos, olharmos e fazermos um movimento receptivo e acolhedor em direção
das pessoas.

Evangelize!!!!