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sexta-feira, 6 de julho de 2012

O que somos diante de Deus

O cristão não é uma ilha, já escreveu o grande  monge Trapista, Tomas Merton. Nós somos todos unidos e não podemos ficar separados uns dos outros. Mas o centro da nossa união não é a politica nem a economia e nem tampouco as coisas da terra, mas Deus. Somente Ele deve ser o centro e nós somos como os raios da sua luz na medida em que nos aproximamos. juntos, de Deus, e formamos um só corpo, uma só unidade e nos sentimos felizes.
Todo ser humano, independentemente do lugar, da cor, do sexo,  do extrato social é amado intensamente por Deus. Deus não faz distinção de pessoas. Não há pobres e ricos, nem inteligentes e burros, nem perfeitos e imperfeitos.
Somos imagens do Deus vivo e nele nos encontramos em nossa história. Em cada ser humano vemos resplandecer a imagem invisível de Deus que se faz visível no irmão. Todos somos chamados à salvação eterna e todos temos o único salvador, que é Cristo Jesus   (FREI PATRÍCIO SCIADINI)

sábado, 24 de março de 2012

Com o que tens..

Narram os versículos primeiros do capítulo 3 de Atos dos Apóstolos, no Novo Testamento, que Pedro e João subiram ao templo para orar.

Perceberam, ao lado da porta, um coxo de nascimento, que era diariamente trazido, e ali deixado, a fim de esmolar.

Ao ver os dois apóstolos por ele passarem, fez a sua rogativa. Pedro pôs nele os olhos e lhe disse: "Olha para nós."

O homem os olhou com atenção, ficando na expectativa de que eles lhe dessem alguma coisa.

Mas o velho apóstolo, passando as mãos ao longo da túnica rústica, emocionado, falou: "Não tenho prata nem ouro."

Na seqüência, distendeu os braços na direção do mendigo e com os olhos marejados de sentidas lágrimas, usou a voz embargada para falar: "Mas o que tenho, isso te dou: em nome de Jesus Cristo Nazareno, levanta-te, e anda."

Tomou-lhe da mão direita, levantou-o e imediatamente as pernas se consolidaram, os pés se firmaram e o coxo pôs-se a andar, exultando de felicidade.

Meditemos na profundidade da lição. Pensemos em como seria o Mundo se todos os homens estivessem resolvidos a dar o que possuem para a edificação do bem geral.

Ainda hoje, muitos dizemos: "Como poderei dar se não tenho?" e outros: "Quando tiver, darei."

Contudo, para o serviço real do bem, não necessitamos, em caráter absoluto, dos bens perecíveis da Terra.

O homem generoso distribuirá dinheiro e utilidades com os necessitados que encontre pelo caminho.

Entretanto, se não realizou em si mesmo o sentimento do amor, que é sua riqueza legítima, não fixará dentro de si a luz e a alegria que nascem das dádivas.

Todos trazemos conosco as qualidades nobres já conquistadas. Não há ninguém tão pobre que não possa se dar. Dar de si mesmo.

Pedro ofereceu seu amor ao pedinte e lhe devolveu o uso das pernas, o que o retirou, desde então, da condição de mendigo.

Curado, a possibilidade do trabalho e o conseqüente ganho honrado se lhe abriram.

Também nós podemos dar do que temos, agora, no momento que se faz precioso.

Todos os que esperamos pelo dinheiro, pelas posses, para contribuir nas boas obras, em verdade ainda nos encontramos distantes da possibilidade de ajudar a nós próprios.

Doar-se é servir com desinteresse. Dar das nossas horas, do nosso tempo, das nossas habilidades. Há tanto para dar, desde que cada criatura, na Terra, é depositária da enorme fortuna que angariou ao longo dos séculos, nas várias vidas.

Fortuna que não se guarda em cofres ou casas bancárias, mas se aloja na intimidade do coração e na lucidez da mente.(Momentos de Reflexão)

domingo, 18 de setembro de 2011

Valores do Corpo e do Espírito

Viver no mundo é estar em contato permanente com o desejo de ter coisas, pessoas, riquezas.

Nos shoppings e meios de comunicação, o apelo é sempre para comprarmos mais, consumirmos mais, acumularmos mais.
O que fazer, já que somos treinados desde pequenos para desejar conforto, prazeres, bens?
Como escapar a esse verdadeiro fascínio que as coisas materiais exercem sobre nós e nos tornam escravos do trabalho e do dinheiro?
Havia um homem muito rico, um milionário cujas terras pareciam não ter fim. Certa noite, ele olhava para a extensão de suas propriedades e alegrava-se profundamente.
Via os imensos campos, os trigais maduros, os celeiros cheios, as moedas que enchiam os cofres.
Ele pensava: "Tenho tanta coisa que já nem cabe nos depósitos. Amanhã mandarei derrubar estes celeiros e construirei outros maiores."
E o homem dizia para si mesmo: "Alegra-te, minha alma, pois tens riquezas para muitos anos. Descansa, come, bebe, diverte-te."
O que esse homem não sabia é que naquela mesma noite morreria. Suas terras, riquezas e todos os seus bens materiais ficariam para trás.
A história desse homem rico é adaptação de uma parábola contada por Jesus.
Era uma ocasião em que o Mestre queria ensinar que não devemos nos fixar excessivamente nas coisas materiais, pois elas são temporais, passageiras.
Ensinava Jesus que os verdadeiros valores são os do espírito. Esses continuam conosco: seguem com a nossa alma quando a morte chega. Por isso eles devem ser a nossa principal fonte de atenção.
O mundo exerce um enorme fascínio sobre as pessoas. Ao nascermos, esquecemos nossa verdadeira origem: a natureza espiritual. E mergulhamos em um ambiente onde quem é mais esperto e competitivo leva a melhor.
Para piorar, somos julgados pelo modo de vestir, pelo lugar em que moramos, pelo tamanho da conta bancária.
Muitas vezes desejamos escapar dessa lógica perversa, mas como fazer isso?
Alguns mais radicais acreditam que a solução é fugir do mundo, escapar das regras sociais, viver como ermitão, longe de tudo e de todos.
É uma opção extrema, mas não é a solução.
A vida em sociedade lapida os nossos relacionamentos. Isolar-se é fugir. No relacionamento com as pessoas é que podemos ver quem realmente somos.
Viver em isolamento é uma artificialidade. Coragem real é expor-se às situações e tornar-se vencedor.
Por isso, para escapar da atração das coisas materiais a solução é o equilíbrio. Trabalhar sim, mas sem se tornar escravo.
Acumular o suficiente para o sustento do corpo, mas sem ceder à ganância. Desejar as coisas boas, mas sem exageros.
Uma frase resume tudo isso: viver no mundo e não para o mundo.
E a fórmula para manter os pés no chão é bem simples: basta lembrar que um dia deixaremos roupas, jóias, imóveis, dinheiro. Tudo ficará aqui na Terra.
E, ao morrermos, a pergunta então será: o que levamos com a nossa alma? Que exemplos deixaremos? Que boas lembranças nossos amigos e parentes terão de nós? Acredite: isto, sim, é essencial.





terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cargas desnecessárias

Conta-se que um homem caminhava vacilante pela estrada. Em uma das mãos levava um tijolo e, na outra, uma pedra. 
Nas costas carregava um saco de terra e do pescoço pendiam algumas vinhas. 
Completando a inusitada carga, equilibrava sobre a cabeça pesada abóbora. 
Sua figura chamava a atenção e um transeunte o deteve e lhe perguntou:
Por que você carrega esta pedra tão grande? 
O viajante olhou para a mão e comentou: 
Que estranho! Eu nunca havia notado que a carregava. 
Assim dizendo, lançou fora a pedra, continuando sua marcha, sentindo-se agora bem melhor. 
Mais adiante, outro transeunte, lhe indagou: 
Você parece muito cansado. Mas, por que carrega uma abóbora tão pesada? 
Estou contente que me tenha perguntado - falou o viajante. Eu nem havia notado o que estava fazendo comigo mesmo. 
Então, jogou para longe a abóbora, prosseguindo a andar com passos mais leves. 
Assim foi pelo caminho todo. Cada pessoa que ele encontrava, lhe falava de um dos pesos que ele levava consigo. 
Por sua vez, o viajante os ia descartando, um a um, até se tornar um homem livre, caminhando como tal. 
Seus problemas, acaso, eram a pedra, o tijolo, a abóbora? Naturalmente, não. 
Era a falta de consciência da existência delas. 
Quando as viu como cargas desnecessárias, lançou-as longe, liberando-se. 
Esse é o problema de muitos de nós. 
Carregamos a pedra dos pensamentos negativos, o tijolo das más impressões, a pesada carga de culpas por coisas que não se poderia ter evitado. 
Penduramos ao pescoço a autopiedade, conceitos de punição e de que tudo está perdido, sem solução. 
Não é de nos admirarmos, pois, que nos sintamos tão cansados, sem energia! 
Portanto, hoje, verifiquemos se estamos carregando a canga da mágoa, o mármore do remorso, a lápide da culpa. 
Seja um tijolo de recriminações ou uma grande pedra de queixas, lancemos tudo longe. 
Aprendamos a nos libertar e sintamo-nos mais leves, seguindo pela estrada da vida como quem anda ao sol, em plena primavera, aspirando o ar das manhãs, enchendo pulmões e oxigenando o cérebro. 
Desafoguemos o coração dos quilos de mágoa e vivamos lúcidos, perseguindo objetivos maiores. 
Não culpemos a outrem pelo nosso desânimo e nosso cansaço. 
Olhemos para nós mesmos, conscientizemo-nos das cargas desnecessárias, tomemos as devidas providências. 
Sigamos felizes, leves, conscientes, perseguindo metas de saber, luz, paz, felicidade. 
 

* * * 
Mantém a tua consciência desperta. Não te deixes consumir pelo desalento ou por qualquer sentimento de incapacidade. 

Aprimora-te sempre. Ilumina-te sempre e trabalha para alcançares a felicidade, que tanto anseias.
 

domingo, 16 de janeiro de 2011

A arte do silêncio


Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.
Algum tempo depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, processou o vizinho.
No tribunal, o vizinho disse ao juiz:
- Comentários não causam tanto mal...
E o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel.
Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!
O vizinho obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo!
- respondeu o homem.
O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!
Ao que o juiz respondeu:
- “Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem,
espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.”
“Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!
Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.”

domingo, 9 de janeiro de 2011

Tagore e o grão de arroz

Tagore, escritor indiano, num dos seus poemas conta esta linda história.

Um mendigo saiu de porta em porta ao longo da estrada do povoado, quando avistou ao longe uma carruagem
dourada. Era a carruagem do filho do rei que se aproximava. Ficou muito alegre e, imediatamente, pensou que tinha chegado a oportunidade de sair da sua pobreza, pois o filho do rei poderia dar uma grande oferta. Já estava abrindo o saco onde guardava suas esmolas, quando o príncipe o surpreendeu com um pedido estranho:"O que você tem para me ofertar?" Confuso, o mendigo tirou do saco um grão de arroz e o entregou ao filho,do rei, que logo foi embora.
Decepcionado, o mendigo continuou a pedir pelas ruas de seu povoado. Chegando a casa, à noite. despejou sobre a mesa as esmolas recebidas.
Qual não foi a sua surpresa quando descobriu, no meio de muitos grãos de arroz, um grão de ouro.
O filho do rei tinha transformado em ouro o grão que o mendigo lhe doou. 
Aí veio o arrependimento e o choro. O mendigo falou: "Por que não doei todo o arroz que estava no saco ao filho do rei? Perdi a oportunidade de me tornar verdadeiramente rico".

Esta parábola nos faz lembrar o nosso dízimo e a nossa oferta. Deus estende a mão para nós e pede algo de nossa pobreza. Muitas vezes somos tão mesquinhos e desconfiados que fechamos o coração e as mãos, perdendo a oportunidade de receber o ouro das bênçãos e graças que o Senhor reserva para quem é generoso e sabe ofertar com alegria.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Adorar a Deus


Haverá lugar específico para adorar a Deus? Haverá tempo certo, posição mais adequada, formas, vestimentas? 
 
Estudemos a orientação primordial de Jesus, que foi bastante claro em dizer que "Deus é Espírito, e deve ser adorado em Espírito e Verdade." 
 
O Espírito não tem forma, não é corpo, não é matéria. 
 
Assim, o que o Mestre deseja dizer com adorá-Lo em Espírito, é que tal adoração deve ser interior, e que não precisa das formas exteriores. 
 
A adoração deverá ser sempre de Espírito para Espírito, de nossa alma para o Criador, independente de onde estivermos, independente das formas exteriores utilizadas. 
 
Há de se considerar as crenças humanas arraigadas, que trouxeram para as formas externas muitos hábitos, muitos rituais envolvendo o contato com Deus. 
 
Porém, a alma madura, esclarecida, conhecedora da verdade, da mesma verdade da qual Cristo fala nesta passagem, precisa ir mudando seus costumes gradativamente. 
 
A adoração a Deus em Espírito, abre-nos mil possibilidades inigualáveis.
 
Independente se estamos nesta ou naquela crença religiosa, se neste ou naquele local, se usando destas ou daquelas palavras, podemos nos comunicar com Ele. 
 
Quando o pensamento está elevado, quando se reveste do bem, da caridade, da poesia, ele está em contato com o Criador. 
 
Quando admiramos a natureza num fundo de quintal, e percebemos a grandeza da Criação, nos sentindo parte de algo grandioso e maravilhoso, estamos adorando o Criador. 
 
Quando praticamos as leis de Deus, inscritas em nossa consciência, colocamo-nos em comunhão com Ele. 
 
Basta a sintonia mental positiva. Basta a alegria de viver. Basta a gratidão pela existência, pelos seres amados, e lá estamos nós sintonizados com o Pai. 
 
Adorar a Deus em Espírito e Verdade, é conhecer a felicidade no caminhar, é despertar para a verdadeira vida todos os dias. 
 
Pense nisso. 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Feto Eugênico


Leve-o para casa e dê-lhe amor! Recomendou o especialista do hospital. 
Aquela mãe entendeu, sem que o médico precisasse completar o evidente: "enquanto ainda o tem". 
Jonathan não se parecia em nada com os outros dois irmãos. 
Sob o ralo cabelo castanho-escuro, a testa era demasiado grande e quadrada e os olhos muito separados. 
A mãe soubera, logo em seguida, que o rosto do novo filho era a menor das preocupações. Jonathan, informara-lhe o pediatra, tinha uma grave forma de doença congênita do coração. 
Se a doença seguisse seu curso, em breve ele contrairia pneumonia. Se sobrevivesse ao primeiro ataque, outros se seguiriam até seu frágil coração parar. 
Mais tarde o especialista disse que provavelmente Jonathan nunca poderia andar e nem mesmo sentar-se sem ajuda - e tudo indicava que seria mentalmente deficiente. 
Por que haveria de acontecer isto a mim? - perguntou a mãe mergulhada em auto-comiseração. 
Por que logo Jonathan, que era tão desejado por nós? 
O doutor Haydem a interrompeu bruscamente: 
- Que pensa que aconteceria a uma criança como Jonathan se tivesse sido enviada a pais que não a quisessem? 
Quanto a acontecer isso a você - falou mais delicadamente - creio que talvez o próprio Jonathan lhe dê a melhor resposta. 
As sábias e proféticas palavras daquele verdadeiro médico vieram a se comprovar ao longo dos anos. 
Aquele menino da "cara gozada" como era chamado pelas outras crianças, provou que era merecedor de todo o amor que seus pais pudessem lhe dar e que também era capaz de amá-los com a mesma intensidade. 
Superadas foram todas as expectativas de falência de Jonathan. 
Ele, amparado pela família, superou todas as dificuldades e limitações que se havia imposto em outras existências... 
Lutou e sofreu, mas carregou a cruz que ele próprio tinha construído outrora. 
As portas da reencarnação lhe foram abertas como uma nova oportunidade de refazer equívocos e aprender novas lições, e ele soube valorizar... 
Quando os colegas lhe perguntavam sobre as grossas cicatrizes cirúrgicas que tinha por todo o corpo, ele respondia bem humorado: "são meus zíperes para deixar os médicos entrarem e saírem com mais facilidade." 
 
* * * 
A história de Jonathan foi escrita por sua mãe, Florence Kirk, na revista seleções de dezembro de 1965. 
Naquela época, embora os recursos da medicina não estivessem tão avançados quanto hoje, houve um médico que soube honrar seu juramento de lutar pela vida, ainda que todas as evidências fossem favoráveis à morte... 
Jonathan, mesmo em estado de feto no útero materno, já trazia as deficiências que expressou ao nascer, mas teve a sua chance de lutar pela vida... 
Será que hoje, quando grande parte dos médicos se esqueceram dos seus juramentos e eliminam os fetos com mal formação, Jonathan teria a mesma oportunidade? 
Nos dias atuais, a medicina está tão avançada que permite que o feto com deficiências seja tratado ainda no ventre materno. 
Eis aí o grande desafio para os especialistas: "matar, nunca".


Que neste ano de 2011 que irá se iniciar nós saibamos valorizar este presente tão precioso que Deus nos deu e

que procuremos amar mais. Feliz Natal e Próspero Ano Novo.
 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Saber ouvir Deus

Eram aproximadamente 22:00 horas quando um jovem começou a se dirigir para casa.
Sentado no seu carro, ele começou a pedir:
- 'Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo.
Eu irei ouvi-lo.
Farei tudo para obdecê-lo'
Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho:
- 'Pare e compre um galão de leite'.
Ele balançou a cabeça e falou alto:
- 'Deus? É o Senhor?'.
Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa.
Porém, novamente, surgiu o pensamento:
- 'Compre um galão de leite'.
'Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite'.
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil...
Ele poderia também usar o leite.
O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido:
- 'Vire naquela rua'.
Isso é loucura...
- pensou
- e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua.
No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalão ele falou alto
- 'Muito bem, Deus. Eu farei'.
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.
Ele brecou e olhou em volta.
Era uma área mista de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança.
Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam
escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro
lado que estava acesa.
Novamente, ele sentiu algo:
- 'Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua'.
O jovem olhou a casa.
Ele começou a abrir a porta mas voltou a sentar-se. -' Senhor, isso é loucura.
Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?'.
Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite. Finalmente, ele abriu a porta...
- ' Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas.
Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem.
Eu quero ser obediente.
Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem
imediatamente, eu vou embora daqui'.
Ele atravessou a rua e tocou a campainha.
Ele pôde ouvir um barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.
A voz de um homem soou alto:
- 'Quem está aí? O que você quer?'
A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir.
Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta.
Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé
na sua soleira.
- 'O que é?'.
O jovem entregou-lhe o galão de leite.
- 'Comprei isto para vocês'.
O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.
Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha.
O homem a seguia segurando nos braços uma criança que chorava.
Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando:
- 'Nós oramos.
Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado.
Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.
Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite.
Sua esposa gritou lá da cozinha:
- 'Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco de leite...
Você é um anjo?'
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e
colocou-o na mão do homem.
Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face.
Ele teve certeza que Deus ainda responde aos verdadeiros pedidos.
Agora, um simples teste para você:
 
Você tem 24 hs por dia, gaste algumas delas para fazer o bem.
Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus

Maneiras de fazer alguém feliz


Dê um beijo.Um abraço.
Um passo em sua direção.
Aproxime-se sem cerimônia.
Dê um pouco de calor, do seu sentimento.
Sente-se perto e fique por algum tempo.
Não conte o tempo de se doar.
Liberte um imenso sorriso.
Rasgue o preconceito.
Olhe nos olhos.
Aponte um defeito, com jeito.
Respeite uma lágrima.
Ouça uma história ou muitas, com atenção.
Escreva uma carta e mande.
Irradie simplicidade, simpatia, e a energia de Deus.
Num toque de três dedos, observe as "coincidências".
Não espere ser solicitado, preste um favor.
Lembre-se de um caso.
Converse sério ou fiado.
Conte uma piada.
Ache graça.
Ajude a resolver um problema.
Pergunte: Por quê? Como vai?
Como tem passado?
Que tem feito de bom?
Que há de novo? E preste atenção.
Sugira um passeio, um bom livro, um bom filme.
Diga de vez em quando, desculpe, muito obrigado,
Não tem importncia, que há de se fazer, dá-se um jeito.
Tente de alguma maneira ...
E não se espante se a pessoa mais feliz for você!!!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Dia da Compreensão Mundial



A palavra compreensão significa atitude e disposição para aceitar e respeitar as questões alheias.
Que neste dia da compreensão mundial, que cada um de nós possamos nos compreender melhor e aceitar as nossas próprias diferenças, para que assim possamos também aceitar as diferenças das outras pessoas, e assim com certeza nós teremos um mundo melhor e mais cheio de PAZ
Então vamos tentar:

- Compreender que nem sempre a nossa opinião será aceita pelo outro e que ele tem o direito de divergir;
- Compreender que se o nosso time perdeu, na próxima ele poderá ganhar e não querer entrar em atrito com a outra torcida;
- Compreender que quando nossos pais nos dizem não em alguma coisa que queremos é porque eles sabem o que é melhor para nós.

Vamos tentar se sermelhantes a Deus, que apesar de tudo que fazemos, ele sempre nos compreende e nos ama.